Um modelo de segurança no qual as capacidades representam o escopo de acesso e as permissões permitidas para os recursos.
Christine Lemmer-Webber e David Thompson, da Spritely, explicam como a plataforma combina segurança baseada em capacidades, o modelo de atores, o protocolo OCapN e sistemas de petnames para construir aplicações ponto a ponto menos dependentes de servidores centralizados. O artigo também apresenta o papel de Goblins, Hoot e CRDTs locais na resolução de problemas de autorização, sincronização e nomenclatura.
David Chisnall explica como a arquitetura CHERI usa capacidades de hardware para proteger ponteiros e impor limites de memória e permissões, oferecendo segurança espacial e temporal para software escrito em C e C++ sem uma reescrita ampla. A apresentação relaciona esse mecanismo à possibilidade de construir um isolamento preciso entre componentes do sistema com compartilhamento direto de estruturas de dados, em vez de depender completamente dos mecanismos tradicionais de RPC.