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A Cloudflare ativou, no resolvedor 1.1.1.1, a validação de assinaturas DNSSEC usando o algoritmo padronizado ML-DSA-44, do NIST, em uma iniciativa para testar o impacto de assinaturas grandes e os riscos de recorrer a algoritmos tradicionais mais fracos. A atualização ainda não representa uma cadeia de confiança pós-quântica completa, pois isso exige a adoção do algoritmo por servidores DNS, registros e delegações até a raiz.
A Cloudflare redesenhou a forma de armazenar registros DNS na plataforma Big Pineapple, que oferece suporte ao 1.1.1.1 e a outros serviços DNS, reduzindo a memória por entrada de 953 para 420 bytes e economizando cerca de 100 terabytes em toda a frota. A taxa de inserção também aumentou 43%, enquanto o tempo de pesquisa caiu 19%.