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Um artigo da CNCF argumenta que operar uma infraestrutura empresarial de IA não consiste em implantar um único modelo ou cluster, mas em gerenciar uma frota compartilhada de unidades de GPU para várias equipes, equilibrando utilização, isolamento e custo. O artigo apresenta camadas técnicas que incluem provisionamento, alocação, agendamento, redes, armazenamento, monitoramento e faturamento.
A análise da CNCF conclui que o Dynamic Resource Allocation não torna o HAMi redundante; ele absorve a parte do agendamento das cotas de GPU, enquanto o HAMi-core continua responsável por impor os limites dentro dos contêineres. O artigo apresenta a arquitetura do HAMi-DRA, seus requisitos operacionais e as limitações que devem ser consideradas antes da migração.