Centros de dados cuja construção está a ser ampliada para atender às necessidades da inteligência artificial, juntamente com a procura relacionada de energia, redes e edifícios.
A Semana do Clima de Nova York revela uma divisão crescente entre empresas de tecnologias climáticas em torno da expansão dos centros de dados de inteligência artificial. A demanda por energia e infraestrutura relacionada à inteligência artificial ajudou várias empresas a atrair financiamento, mas desviou a atenção de outras áreas climáticas.
A Panasonic Energy pretende elevar a receita de seus negócios de sistemas de armazenamento de energia para data centers a 1 trilhão de ienes no ano fiscal de 2028, o triplo do nível de 2025, com investimentos de 350 bilhões de ienes entre 2026 e 2028. O crescimento se concentra em unidades BBU baseadas em baterias de íons de lítio, para fornecer energia de reserva e reduzir picos de carga em data centers de inteligência artificial.
A Mitsubishi Materials anunciou o desenvolvimento de uma tecnologia para purificar háfnio, um metal raro utilizado em aplicações de semicondutores e energia nuclear, com o início do fornecimento de amostras previsto para 2026 e a produção comercial prevista para 2028. A empresa não revelou, no material disponível, o nível de pureza, o custo da tecnologia ou o volume de produção esperado.